Jackie se move pela vida
“Caminhar me dá paz de espírito e um coração forte para apreciar a beleza da natureza”
Jackie se apaixonou pelo movimento ainda na escola e nunca deixou de buscar a sensação de aprender, evoluir e estar ao ar livre. Hoje ela mantém uma rotina de treino que sustenta o que mais ama: caminhar, remar e viver a natureza com presença.
A relação de Jackie com o movimento começou cedo e ficou por um motivo simples: ela gostava de se mexer.
A primeira atividade organizada dela foi a educação física na escola, e a experiência marcou. “Minha primeira atividade organizada foi a educação física na escola e eu fiquei viciada”, ela diz. Jackie gostava de mover o corpo, brincar com outras pessoas, aprender e melhorar habilidades. E, apesar de o tempo mudar o ritmo, a vontade continua a mesma. “A mesma coisa é verdade hoje, mas com um pouco menos de vigor físico e com o mesmo nível de entusiasmo e desejo”, ela diz.
Hoje, Jackie treina para se sentir forte e capaz no dia a dia. Ela continua nadando, pedalando e correndo, e complementa com yoga e musculação para manter o corpo flexível e resistente. “Atualmente, eu ainda nado, pedalo e corro, junto com yoga e treino de força para me manter solta e forte”, ela diz. Essa base sustenta o que mais a preenche: trilhas, canoagem e backpacking.
Caminhar em trilhas tem um lugar especial nessa história. Jackie descreve o impacto de forma direta. “Caminhar me dá paz de espírito e um coração forte para apreciar a beleza da natureza”, ela diz. As lembranças mais marcantes misturam esforço e recompensa. “Caminhar cria memórias incríveis, tanto de tirar o fôlego quanto de doer o corpo”, ela diz. Há percursos que parecem intermináveis, sem recompensa imediata. Mas, quando terminam, ela sente o resultado. “A recompensa é um corpo e uma mente mais fortes”, ela diz. E, quando pensa no que fica, uma imagem volta com frequência. “Na maioria das vezes, são os pores do sol sobre um lago que enchem meu banco de memórias”, ela diz.
Jackie também mantém um lado competitivo, do jeito dela. Ela segue treinando para corridas de rua e trilha, provas de mountain bike e, pelo menos, um triatlo por ano. O formato pode variar, mas a sensação preferida permanece a mesma: estar fora. “Estar do lado de fora, cercada por pássaros cantando, folhas verdes e água, me traz alegria enquanto eu me movimento”, ela diz. E ela ri ao citar o detalhe menos querido da natureza. Os insetos.
Mesmo quando poderia treinar sozinha, Jackie prefere compartilhar. “A maioria das atividades que eu faço pode ser feita sozinha ou em grupo”, ela diz. “Eu prefiro dividir com outras pessoas porque torna a experiência mais divertida”, ela completa.
Ela também acredita que o movimento muda de forma ao longo da vida, e isso não é perda. É evolução. “Movimento, atividade ou exercício mudam com o tempo”, ela diz. “Pode começar como competição amigável, por perda de peso, para conhecer pessoas parecidas, ou por inspiração em alguém”, ela explica. E volta ao que considera essencial: encontrar um motivo e seguir. “Seja qual for a razão, encontre o desejo de continuar se movendo pelo maior tempo possível”, ela diz.
Jackie se move pela vida.

